Quando uma mulher rejeita o convite de um homempara jantar,
não quer dizer que lhe falte apetite pela comida,
mas sim pelo homem.
O segredo das carícias é o impalpável.
Ter uma receita com os ingredientes certos
não é suficiente.
Para além disso é necessário um dom.
O olfacto deve chegar à essência
daquilo que se tem entre mãos
e a cozinha exige um verdadeiro acto de amor
na confecção de cada prato.
O meu gosto pela comida afrodisíaca
tem mais a ver com o prazer de fazer amor
do que pela comida em si.
Cada prato que sai das minhas mãos
leva este instinto implícito.
Em viagens à volta do mundo
fui descobrindo ingredientes e especiarias
que ajudam o "instinto" a libertar-se.
O objectivo da comida afrodisíaca
é inundar os sentidos e cultivar o desejo.
O hedonismo é necessário para tudo,
tanto para comer bem como para amar bem.
O prazer é maior
quando as coisas acontecem no seu devido momento.
Na cama o desejo chama-se "líbido"
e na cozinha "fome".
A líbido e a fome têm um aliado comum:
a imaginação…
Um grupo de três amigos (Cláudia, Rui e Bruno) que ao observarem o sector da restauração, detectaram que havia um mercado ainda por explorar. Decorria o ano de 1998, e os restaurantes existentes restringiam-se aos tradicionais e a alguns temáticos ligados à gastronomia de outros países.
Cria-se o conceito...
Quando, após uma análise mais aprofundada, decidem abrir um restaurante que fosse diferente, inovador e que explorasse uma temática específica: gastronomia afrodisíaca.
A receita juntava a psicologia de Cláudia, a gestão empresarial de Rui e a engenharia informática de Bruno. Mas foi o elemento feminino do grupo que impôs a carga romântica e psicológica ao empreendimento.
Cria-se o conceito...
Quando, após uma análise mais aprofundada, decidem abrir um restaurante que fosse diferente, inovador e que explorasse uma temática específica: gastronomia afrodisíaca.
A receita juntava a psicologia de Cláudia, a gestão empresarial de Rui e a engenharia informática de Bruno. Mas foi o elemento feminino do grupo que impôs a carga romântica e psicológica ao empreendimento.
A Missão, a que se propunham era iniciar um projecto cultural, aliado à vertente gastronómica. Como Visão do negócio defendiam a máxima: “O que vendemos é um sonho/ilusão. O cliente, ou acredita e resulta, ou não acredita e não resulta. É quase como ir ao Circo.”
Pretendia-se criar uma alternativa original para casais de consumidores, pertencentes às Classes B e C1, com profissões liberais.
Finalmente...
Em 24 de Novembro de 2000, inaugura-se o tão arrojado projecto! O nome do restaurante: Afreudite - surge da combinação de Afrodite (a deusa grega do Amor) com Freud (o teórico dos impulsos sexuais).
O serviço limitava-se ao jantar e desde o primeiro dia revelou-se um enorme sucesso, com a capacidade lotada quase todas as noites. Este facto levou a que se funcionasse através de reservas de mesa, evitando filas de espera.
Por se tratar de um conceito inovador, não tinham a percepção clara de qual seria a aceitabilidade do mercado, pelo que, optaram por um espaço relativamente pequeno, com uma capacidade de 40 lugares sentados, que lhes possibilitava oferecer um ambiente acolhedor e familiar.
A localização escolhida teve em conta o próprio conceito do restaurante e toda a mística em torno deste. Situada na zona residencial do Parque das Nações, numa área que todos conhecem, mas poucos sabem exactamente onde é. O objectivo prende-se com a noção de exclusividade que se quer transmitir, sendo para o cliente um privilégio conhecer a localização exacta e poder desfrutar deste serviço. (Ver Anexo 2)
Assim que se chega junto do último lote do Passeio das Garças, o olfacto é o primeiro dos sentidos a funcionar. A mistura de plantas e outras especiarias ditas afrodisíacas saem à rua e convidam a um jantar a dois.
Assim que se chega junto do último lote do Passeio das Garças, o olfacto é o primeiro dos sentidos a funcionar. A mistura de plantas e outras especiarias ditas afrodisíacas saem à rua e convidam a um jantar a dois.
E acção...! 
Logo que entra, o cliente depara-se com uma atmosfera distinta de qualquer outro tipo de restaurante, onde até os cheiros que pairam no ar são diferentes. Durante a refeição está sujeito a uma série de rituais, que o envolvem num ambiente místico. A música seleccionada é puramente alternativa, todas as mesas têm velas, toalhas e guardanapos de pano brancos. Ao sentar-se é apresentada, ao elemento feminino do casal, uma caixa com “tubinhos” verdes e vermelhos (os verdes são poemas de amor, os vermelhos são poemas eróticos) da qual ela deve retirar um, que lhe será lido pelo elemento masculino.
O Menu é em tudo diferente do convencional. Os nomes dos pratos invocam temáticas eróticas e a sua descrição é envolvente e apaixonada. Para a confecção destes foram criadas novas receitas e são utilizados ingredientes que provêem de diferentes continentes, resultando numa apresentação de aspecto complexo e original.

Logo que entra, o cliente depara-se com uma atmosfera distinta de qualquer outro tipo de restaurante, onde até os cheiros que pairam no ar são diferentes. Durante a refeição está sujeito a uma série de rituais, que o envolvem num ambiente místico. A música seleccionada é puramente alternativa, todas as mesas têm velas, toalhas e guardanapos de pano brancos. Ao sentar-se é apresentada, ao elemento feminino do casal, uma caixa com “tubinhos” verdes e vermelhos (os verdes são poemas de amor, os vermelhos são poemas eróticos) da qual ela deve retirar um, que lhe será lido pelo elemento masculino.
O Menu é em tudo diferente do convencional. Os nomes dos pratos invocam temáticas eróticas e a sua descrição é envolvente e apaixonada. Para a confecção destes foram criadas novas receitas e são utilizados ingredientes que provêem de diferentes continentes, resultando numa apresentação de aspecto complexo e original.
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