
Ajustando-se aos ritmos num território criativo entre o rock electrónico e o indie rock americano, balançaram os ritmos mais maduros, o presente de The Nacional finalmente mais melodioso. Com as suas composições brilhantemente inspiradas, também por um jogo das influências, incluíndo o country-rock e mesmo pop/rock britânico. Oriundo de Ohio, o grupo tomou forma em New York nos anos 90. Com uma formação de cinco elementos, é composto pelos irmãos Scott (guitarra) e Bryan Devendorf (bateria), Aaron (baixo) e Bryce Dessner (guitarra), e pelo vocalista Berninger matt. Depois de uma série de apresentações ao
vivo, o grupo controlou eventualmente entrar no estúdio para gravar o seu primeiro registo. The Nacional, dá o seu próprio nome ao albúm, batendo records de vendas em 2001 e conseguindo uma aclamação considerável. O grupo natural de Ohio continuou então a tocar ao vivo em diversas frentes, crescendo e amadurecendo a sua performance, conquistando assim uma massiva legião de fãs. Em 2003 o grupo lança Sad Songs For Dirty lovers, mistura o country alternativo alternativo numa fusão com o rock de câmara, seguindo-se a EP - Cherry Tree em 2004. O ano seguinte a banda assinou mais um registo com a editora Beggars Banquet e lança Alligator. The Nacional retornou em 2007 com Boxer, um esforço ambicioso e característico conta com a participação e orquestração de Clogs’ Padma Newsome e por Sufjan Stevens no piano.Para uma banda que tem fortes influências de Joy Division, Leonard Cohen, Wilco e Nick Cave and The Bad Seeds, The National aproxima bem mais as suas raízes a músicos como The Czars ou Uncle Tupelo no álbum Sad Songs For Dirty Lovers, sem no entanto deixar de revelar a "fúria" angular de Joy division, o existencialismo de Cohen e uma forte identidade que abraça a intuição de Nick Cave.
Sem dúvida, uma banda cheia de referências que recomendo vivamente, apaixonante, mística, romântica e envolvente.
Discografia
Álbum
The National
Editora
Brassland
Editado em
30/Out/2001
Álbum
Sad Songs for Dirty Lovers
Editora
Brassland
Editado em
02/Set/2003
Sad Songs for Dirty Lovers
Editora
Brassland
Editado em
02/Set/2003











tins quis implementar quando, há sete anos, se juntou aos sócios para dar vida à Enoteca de Lisboa, também conhecida por Chafariz do Vinho. “Aqui o vinho é a estrela. Temos petiscos, mas apenas servem para acompanhar a bebida e não o contrário”, refere o jornalista e autor da especialdade. Os mexilhões al pesto, o queijo Chèvre sobre tosta com tomate e aromas silvestres, a morcela de arroz com grelos ou o requeijão com doce de abóbora fazem parte do menu de prova. Entre portugueses e argentinos, chilenos, franceses e alemães, são cerca de 300 os vinhos guardados na original adega, feita nos corredores que transportavam a água desde o Príncipe Real até à Praça da Alegria.
